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	<title>Política &#8211; ValeDados</title>
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	<title>Política &#8211; ValeDados</title>
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		<title>Uso de drogas e prática de atos sexuais: Valdir Hinselmann cobra medidas para ampliar a segurança no Bosque do Garapuvu</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-39/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 17:18:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<article class="rss-excerpt">
  <h2>Uso de drogas e prática de atos sexuais: Valdir Hinselmann cobra medidas para ampliar a segurança no Bosque do Garapuvu</h2>
  <p>%description%</p>
  <a href="https://olhardovale.com.br/uso-de-drogas-e-pratica-de-atos-sexuais-valdir-hinselmann-cobra-medidas-para-ampliar-a-seguranca-no-bosque-do-garapuvu/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
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<h2>Uso de drogas e prática de atos sexuais: Valdir Hinselmann cobra medidas para ampliar a segurança no Bosque do Garapuvu</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">O vereador Valdir Hinselmann (PL) utilizou a tribuna da Câmara de Brusque na sessão ordinária desta terça-feira, 16 de junho, para manifestar preocupação com situações registradas no Bosque do Garapuvu, no bairro Jardim Maluche. Segundo ele, o local tem sido utilizado por usuários de drogas e para a prática de atos sexuais durante o dia. “É algo que nos deixa muito preocupados”, afirmou o parlamentar ao abordar o tema.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Hinselmann disse que tratou do assunto com o comandante da Polícia Militar, Pedro Carlos Machado Junior, em reunião realizada nesta semana. Conforme relatou, a corporação já intensificou as rondas na região para tentar inibir as ocorrências. “O comandante informou que estão para vir 15 novos policiais temporários para auxiliar nesse tipo de trabalho no município. Aquele policiamento que vai ficar caminhando nas ruas, junto à comunidade, em todas as regiões”, acrescentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante o pronunciamento, o vereador também exibiu vídeos gravados por um morador que mostram abordagens a pessoas utilizando o espaço de forma inadequada. “Se no Jardim Maluche, um bairro próspero, está acontecendo à luz do dia, isso começa a nos preocupar muito”, reforçou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar a situação do bosque, o vereador destacou que o espaço é uma área destinada ao convívio da comunidade e lamentou o cenário atual. “Hoje, [o Garapuvu] se encontra à deriva, na mão de pessoas que estão usando para o consumo de drogas, e a família não pode usar”, disse. Ele também elogiou a iniciativa do morador que registrou as imagens. “Parabéns ao morador que teve a coragem, no meio do dia, de botar a cara a tapa, fazer um vídeo e verificar o que está acontecendo”, frisou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Como alternativas para aumentar a segurança no local, Hinselmann pretende encaminhar solicitações ao Poder Executivo. “A gente vai estar encaminhando ao prefeito para que melhore a iluminação na frente, à noite”, pontuou. Ele também sugeriu que recursos oriundos de multas ambientais possam ser utilizados para fazer o cercamento do bosque e a instalação de um portão de acesso, com o objetivo de inibir práticas irregulares e garantir que o espaço seja utilizado pela população. “Tem famílias que têm medo de passar pela região”, concluiu.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>Assista ao pronunciamento de Valdir Hinselmann na íntegra:</em> https://youtu.be/G3iVlLT1ddQ</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>Texto: Talita Garcia/Câmara Municipal de Brusque.</em></p>
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</p></div>
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		<title>Chefe de gabinete de Botuverá é exonerado após ter nome citado em denúncia sobre uso de máquinas públicas</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-36/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 14:06:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Botuverá]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitura de Botuverá]]></category>
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  <h2>Chefe de gabinete de Botuverá é exonerado após ter nome citado em denúncia sobre uso de máquinas públicas</h2>
  <p>%description%</p>
  <a href="https://olhardovale.com.br/chefe-de-gabinete-de-botuvera-e-exonerado-apos-ter-nome-citado-em-denuncia-sobre-uso-de-maquinas-publicas/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
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										<content:encoded><![CDATA[<article class="rss-post">
<h2>Chefe de gabinete de Botuverá é exonerado após ter nome citado em denúncia sobre uso de máquinas públicas</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Botuverá exonerou Tiago Rafael Vicentini do cargo de chefe de gabinete do município. A saída consta na Portaria nº 150/2026, assinada pelo prefeito Victor José Wietcowsky, e passou a valer a partir de 3 de junho de 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento oficial não informa o motivo da exoneração. A portaria apenas determina a saída de Tiago Rafael Vicentini do cargo comissionado de Chefe de Gabinete, símbolo CC10, uma das funções mais próximas ao prefeito dentro da estrutura administrativa municipal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A exoneração ocorre pouco tempo depois de o nome de Tiago ser citado em uma denúncia apresentada por vereadores de oposição na Câmara de Botuverá. Segundo reportagem publicada pelo jornal O Município, parlamentares do MDB alegaram que máquinas da prefeitura teriam sido utilizadas em obra de terraplanagem em um terreno particular no bairro Gabiroba.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme a reportagem, a denúncia também foi encaminhada ao Ministério Público de Santa Catarina. O terreno, segundo os vereadores citados na matéria, seria do então chefe de gabinete da prefeitura, Tiago Vicentini.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, os vereadores Kaiky Foster e Alaercio Paulini relataram que teriam ido ao local após receberem a denúncia e que teriam encontrado três ou quatro máquinas trabalhando na área. Eles também levantaram questionamentos sobre a existência de autorização, ordem de serviço e eventual licença para a intervenção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Botuverá negou irregularidades. Em manifestação citada pela imprensa, o município afirmou que os serviços ocorreram na rua João José Pedrini, em via pública, onde teriam sido feitos trabalhos de alargamento, limpeza e melhoria. A administração também alegou que eventuais intervenções em acessos particulares teriam ocorrido mediante solicitação de moradores, dentro do programa “Estrada Boa”, com possibilidade de cobrança posterior.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da proximidade entre a denúncia e a exoneração, a portaria assinada pelo prefeito não estabelece qualquer relação entre os fatos. O ato oficial também não informa se a saída ocorreu a pedido de Tiago ou por decisão direta da administração municipal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A reportagem do Olhar do Vale tentou contato com a prefeitura de Botuverá para entender os motivos da exoneração, mas não teve retorno da assessoria de imprensa até o fechamento da matéria. </p>
<p class="wp-block-paragraph">
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</p></div>
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</article>
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		<title>Com só dois acolhidos, Casa Lar custa R$ 101 mil por mês aos cofres públicos</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-37/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:35:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brusque]]></category>
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  <h2>Com só dois acolhidos, Casa Lar custa R$ 101 mil por mês aos cofres públicos</h2>
  <p>%description%</p>
  <a href="https://olhardovale.com.br/com-so-dois-acolhidos-casa-lar-custa-r-101-mil-por-mes-aos-cofres-publicos/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
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										<content:encoded><![CDATA[<article class="rss-post">
<h2>Com só dois acolhidos, Casa Lar custa R$ 101 mil por mês aos cofres públicos</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">A Casa Lar de Brusque tem custo operacional médio de R$ 101.045,51 por mês e abriga atualmente apenas dois acolhidos. A informação consta em resposta da Secretaria de Desenvolvimento Social a questionamentos feitos pelo vereador Felipe Hort (Novo) sobre o funcionamento, os custos, a efetividade e os protocolos da unidade de acolhimento institucional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Casa Lar é um serviço de acolhimento institucional provisório, voltado a crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente do convívio familiar por decisão judicial ou situação de risco. A proposta é funcionar em uma unidade com característica residencial, e não como um abrigo de grande porte, oferecendo proteção, rotina, acompanhamento técnico e preservação de vínculos familiares e comunitários sempre que possível.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a Casa Lar recebe crianças e adolescentes vítimas de negligência, abandono, violência ou violação de direitos, enquanto a rede de proteção, o Judiciário e os serviços socioassistenciais avaliam o melhor encaminhamento para cada caso, como reintegração familiar, adoção ou transferência para outro serviço.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento enviado à Câmara mosttra que a estrutura de Brusque tem capacidade instalada para dez crianças e adolescentes, mas, no momento, opera com apenas 20% da ocupação total.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com base no próprio custo mensal informado pela Prefeitura, o custo médio por vaga, considerando a capacidade total da unidade, é de R$ 10.104,55 por acolhido/mês. No entanto, como a Casa Lar possui atualmente apenas dois acolhidos, o custo efetivo momentâneo chega a aproximadamente R$ 50.522,75 por mês por criança ou adolescente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria afirma que o serviço não pode reduzir proporcionalmente sua estrutura de pessoal, técnica ou física conforme a variação do número de acolhidos, já que o município precisa manter disponibilidade permanente para atender determinações judiciais ou situações emergenciais envolvendo crianças e adolescentes em risco.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados oficiais, as principais despesas mensais da Casa Lar são folha de pagamento, com R$ 80.488,53; aluguel do imóvel, com R$ 10.562,51; alimentação, com R$ 6.715,29; energia elétrica, com R$ 2.060,07; água, com R$ 509,92; e gasolina, com R$ 709,19.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A própria Secretaria ressalta que a equipe da Casa Lar ainda está incompleta e que o valor da folha de pagamento pode ser maior quando o quadro de funcionários estiver totalmente preenchido. Ou seja, o custo mensal atual, já superior a R$ 101 mil, ainda pode crescer.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento não permite calcular o valor total investido desde a criação da Casa Lar, porque apresenta apenas médias de janeiro a maio de 2026. Ainda assim, a partir do custo médio mensal informado pela própria Prefeitura, é possível projetar uma estimativa sobre os últimos dois anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Se o custo mensal de R$ 101.045,51 for aplicado aos 24 meses analisados pela Secretaria, o valor estimado chega a R$ 2.425.092,24. No mesmo período, a Casa Lar atendeu 21 crianças e adolescentes. Dividindo a estimativa de custo pelo total de acolhidos, o investimento médio aproximado seria de R$ 115.480,58 por acolhido atendido no período.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro cálculo possível considera o tempo médio de permanência. Segundo a resposta, cada acolhido permaneceu na unidade por cerca de 140 dias, o equivalente a aproximadamente 4 meses e 20 dias. Considerando o custo médio por vaga de R$ 10.104,55 por acolhido/mês, o custo estimado por acolhido, durante a permanência média, ficaria em torno de R$ 47 mil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os números, no entanto, precisam ser lidos com cautela. A própria Prefeitura defende que a Casa Lar não funciona como um serviço que pode ser dimensionado apenas pelo número de acolhidos do momento. Por ser uma política de alta complexidade, a unidade precisa manter equipe, imóvel, estrutura e disponibilidade para receber crianças e adolescentes a qualquer momento, por ordem judicial ou emergência social.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos 24 meses, segundo a Secretaria, a Casa Lar atendeu 21 acolhidos, sendo 14 crianças e sete adolescentes. O menor período de permanência foi de cinco dias, e o maior chegou a um ano e cinco meses.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A resposta também informa os desfechos registrados: 12 reintegrações familiares, duas adoções, quatro transferências para outros serviços de acolhimento e dois acolhidos que permanecem atualmente na unidade. A soma desses desfechos, porém, chega a 20, embora o próprio documento informe 21 acolhidos no total nos últimos 24 meses. A resposta não esclarece, de forma objetiva, o destino do acolhido restante.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria afirma que os números demonstram atuação efetiva da equipe técnica na reconstrução de vínculos familiares e na busca de soluções protetivas adequadas para cada caso. O documento também destaca que todos os acolhidos são inseridos em atividades de contraturno escolar e podem ser encaminhados, conforme avaliação individual, para atendimento psicológico, acompanhamento terapêutico, fonoaudiologia, arteterapia, CAPS infantojuvenil, neuropediatria e acompanhamento nutricional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto revelado pela resposta envolve a segurança da unidade. Nos últimos 24 meses, foram registradas três ocorrências de evasão. Duas delas envolveram a mesma adolescente. A Prefeitura afirma que todas as situações foram registradas, acompanhadas e comunicadas ao Poder Judiciário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Casa Lar mantém, segundo a Secretaria, dois cuidadores por turno, inclusive à noite, portas trancadas, controle eletrônico de portão e monitoramento por câmeras. Após as evasões, teriam sido feitas revisões de rotinas internas e reforço das orientações à equipe.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da defesa técnica feita pela Secretaria, a resposta ao vereador Felipe Hort expõe um debate inevitável: quanto custa manter uma estrutura permanente de acolhimento em Brusque, qual é a eficiência do modelo atual e como garantir transparência sem desconsiderar a proteção integral de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O serviço é obrigatório, necessário e envolve crianças e adolescentes que precisam de proteção. Mas os números mostram que a fiscalização também é indispensável.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que diz o vereador sobre as informações?</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Olhar do Vale</strong> procurou o vereador Felipe Hort (NOVO) para comentar a resposta da prefeitura aos questionamento do parlamentar. De acordo com ele, “Precisamos ter coragem de discutir todos os modelos de atendimento. Se uma instituição especializada, mediante convênio e fiscalização rigorosa do Município, conseguir oferecer acolhimento de qualidade com menor custo e mais serviços às crianças, essa alternativa precisa ser considerada. O foco deve ser o interesse das crianças e a eficiência do gasto público, não a defesa de estruturas estatais por si só. A Casa Lar presta um serviço importante e necessário para a proteção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. No entanto, os dados apresentados mostram um custo superior a R$ 100 mil mensais para manutenção da estrutura, e atualmente com apenas 2 internos. Diante desse cenário, entendo que o Município deve avaliar, de forma técnica e transparente, se modelos de parceria com instituições especializadas do terceiro setor poderiam oferecer a mesma proteção, ou até mesmo resultados melhores, com maior eficiência na aplicação dos recursos públicos” afirmou o vereador.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura de Brusque não responde a questionamentos do Olhar do Vale então nem adianta perguntar a eles. No entanto, da nossa parte, o espaço sempre vai estar aberto para manifestações do poder público. </p>
<p class="wp-block-paragraph">
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</p></div>
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</article>
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		<item>
		<title>Após silêncio ao Olhar do Vale, Samae admite investigação sobre possível furto de água envolvendo servidor</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-42/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 12:32:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brusque]]></category>
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					<description><![CDATA[<article class="rss-excerpt">
  <h2>Após silêncio ao Olhar do Vale, Samae admite investigação sobre possível furto de água envolvendo servidor</h2>
  <p>%description%</p>
  <a href="https://olhardovale.com.br/apos-silencio-ao-olhar-do-vale-samae-admite-investigacao-sobre-possivel-furto-de-agua-envolvendo-servidor/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
</article>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<article class="rss-post">
<h2>Após silêncio ao Olhar do Vale, Samae admite investigação sobre possível furto de água envolvendo servidor</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">O que antes o Samae de Brusque evitou explicar publicamente ao Olhar do Vale agora aparece confirmado em documento oficial encaminhado à Câmara Municipal. Em resposta a um pedido de informação da vereadora Bete Eccel (PT), a autarquia admitiu que instaurou procedimento administrativo para apurar a denúncia de possível furto de água envolvendo um servidor ligado à estrutura do próprio Samae.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://olhardovale.com.br/denuncia-de-possivel-furto-de-agua-atinge-diretor-do-samae-enquanto-autarquia-evita-explicacoes/">O caso foi revelado com exclusividade pelo Olhar do Vale em abril,</a> quando a reportagem mostrou que um servidor da autarquia era alvo de uma notícia-crime encaminhada ao Ministério Público de Santa Catarina sob suspeita de fraude no consumo de água, abuso de autoridade e possível coação de testemunhas. Na ocasião, o diretor-presidente do Samae, Rodrigo Cesari, foi procurado pela reportagem, mas não respondeu até o fechamento da matéria.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Agora, no Ofício nº 026/2026, assinado pelo próprio Rodrigo Cesari e enviado ao presidente da Câmara, Jean Carlo Dalmolin, o Samae confirma que foi instaurada a Sindicância Investigativa PA SINVE nº 068/2026, por meio da Portaria nº 142/2026, publicada em 25 de fevereiro de 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a resposta oficial, o procedimento está em andamento e tem previsão de encerramento até 23 de junho de 2026, conforme a Portaria nº 202/2026. Após a conclusão da fase investigativa, a comissão deverá elaborar relatório final com a descrição dos fatos apurados e eventual sugestão de providências à autoridade competente, que terá prazo de até 30 dias para decisão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A comissão responsável pela apuração é formada por três servidores efetivos e estáveis: Carlos Henrique Beuting e Luciano Camargo, ambos do Samae, além de Tânia Mara Vieira Pompermayer, representante indicada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Brusque, o Sinseb.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto relevante da resposta é que o Samae admite a possibilidade de comunicação a órgãos competentes caso sejam constatadas irregularidades. A autarquia também afirma acreditar que o caso esteja sendo acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina, em razão de solicitação de informações feita anteriormente pelo órgão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da confirmação da sindicância, o Samae afirma que ainda não há conclusão administrativa definitiva. A autarquia sustenta que os trabalhos da comissão possuem caráter sigiloso e que o acesso aos autos e às informações processuais é restrito às partes legitimadas e às autoridades competentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A resposta também revela dados sobre a atuação do Samae no combate a fraudes, furtos de água e ligações clandestinas. De acordo com a autarquia, entre junho de 2024 e junho de 2026 foram realizadas 108 ações de fiscalização e controle, que resultaram em 186 intervenções. No mesmo período, foram aplicadas 186 multas, registrados quatro boletins de ocorrência e recuperados R$ 53.430,06. Não houve ações judiciais nem acordos administrativos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O contraste, porém, chama atenção. Enquanto a autarquia afirma manter uma estrutura de fiscalização contra fraudes, furtos e irregularidades no abastecimento, o caso envolvendo um servidor da própria instituição segue sob sigilo e sem explicações detalhadas à população.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na prática, a resposta ao pedido da vereadora Bete Eccel confirma a existência da investigação que o Olhar do Vale já havia revelado e reforça a gravidade do caso. A diferença é que, desta vez, a informação não vem de bastidores, denúncias ou documentos internos obtidos pela reportagem, mas de uma manifestação oficial assinada pelo diretor-presidente da autarquia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Samae também informou que possui servidores ligados ao controle de perdas, setor responsável por ações contra desperdício, vazamentos, fraudes, furtos e outras ocorrências relacionadas ao uso irregular da água. Segundo a autarquia, parte dessas atribuições passará a ser executada pela concessionária após a concessão dos serviços de esgotamento sanitário e serviços auxiliares de abastecimento de água, mas a competência fiscalizatória e normativa continuará com o Samae.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A vereadora Bete Eccel havia solicitado esclarecimentos justamente após a publicação da reportagem do Olhar do Vale. A resposta oficial mostra que, embora o Samae tenha evitado se manifestar quando questionado pela imprensa, a denúncia gerou um procedimento formal dentro da autarquia e pode ter desdobramentos após a conclusão da sindicância.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O espaço segue aberto para manifestação do Samae e dos citados.</p>
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</p></div>
<p>  <a href="https://olhardovale.com.br/apos-silencio-ao-olhar-do-vale-samae-admite-investigacao-sobre-possivel-furto-de-agua-envolvendo-servidor/" target="_blank">Leia mais no O Município</a><br />
</article>
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		<title>Tribunal reforma sentença e rejeita ação de Luciano Hang contra Boulos</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-33/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Brusque]]></category>
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  <h2>Tribunal reforma sentença e rejeita ação de Luciano Hang contra Boulos</h2>
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  <a href="https://olhardovale.com.br/tribunal-reforma-sentenca-e-rejeita-acao-de-luciano-hang-contra-boulos/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
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<h2>Tribunal reforma sentença e rejeita ação de Luciano Hang contra Boulos</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
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<p class="wp-block-paragraph">A 5ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) reformou sentença que havia determinado a exclusão de publicações feitas em rede social pelo atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, e o pagamento de R$ 50 mil em indenização por danos morais ao empresário Luciano Hang.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A demanda foi ajuizada em razão de três publicações feitas em uma rede social durante o período eleitoral de 2022, quando Boulos era candidato a deputado federal por São Paulo. Nas mensagens, o empresário era mencionado como “sonegador”, “golpista” e beneficiário de suposto favorecimento político. Em 1º grau, o juízo da 2ª Vara Cível da comarca de Brusque entendeu que houve ofensa à honra do empresário, determinou a remoção das postagens e fixou indenização de R$ 50 mil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, o desembargador relator defendeu a manutenção da condenação, com redução do valor da indenização para R$ 25 mil. Prevaleceu, contudo, voto divergente apresentado por outro desembargador na sessão de julgamento da 5ª Câmara Civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o voto vencedor, a controvérsia exigia a ponderação entre a liberdade de expressão e os direitos da personalidade, ambos protegidos pela Constituição Federal. O entendimento adotado destacou que a liberdade de manifestação ocupa posição preferencial no regime democrático e que eventual responsabilização civil somente se justifica quando demonstrados abuso, falsidade relevante ou ofensa ilícita.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o voto, a referência à sonegação de impostos possuía plausibilidade fática, uma vez que os autos continham elementos que demonstravam condenação anterior por crime contra a ordem tributária. O magistrado ressaltou que o próprio autor reconheceu a existência da condenação, embora tenha sustentado a posterior extinção da punibilidade pela prescrição.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em relação à segunda expressão questionada, o voto-vista registrou que a manifestação ocorreu em meio ao debate político-eleitoral de 2022, período em que o autor figurava em investigações e medidas judiciais amplamente divulgadas pela imprensa. Para o julgador, o termo foi empregado em contexto de crítica política e não como imputação técnica de crime específico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quanto à publicação relacionada a doações eleitorais, o voto destacou que os dados divulgados eram públicos e extraídos de informações oficiais da Justiça Eleitoral. Segundo a fundamentação, a postagem não atribuiu diretamente qualquer prática criminosa ou ilícita ao autor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O voto vencedor concluiu que as manifestações questionadas permaneceram dentro dos limites da crítica política protegida constitucionalmente, sem caracterização de discurso de ódio, <em>animus</em> de difamar ou divulgação consciente de informações falsas. Também ressaltou que a responsabilização civil não pode ser utilizada como mecanismo de restrição indevida à liberdade de expressão quando as opiniões se apoiam em elementos minimamente verossímeis.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com a reforma da sentença, a ação foi julgada improcedente e o autor foi condenado ao pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios (Apelação n. 5015367-34.2022.8.24.0011).</p>
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		<title>Portais da Bahia registraram Jean Pirola falando em nome da RAC; vereador nega representação formal</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:02:07 +0000</pubDate>
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  <h2>Portais da Bahia registraram Jean Pirola falando em nome da RAC; vereador nega representação formal</h2>
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<h2>Portais da Bahia registraram Jean Pirola falando em nome da RAC; vereador nega representação formal</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
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<p class="wp-block-paragraph">Veículos de comunicação da Bahia registraram, em diferentes momentos, a presença do vereador Jean Pirola (PP) em agendas ligadas à RAC Saneamento, empresa catarinense interessada em projetos de tratamento de resíduos sólidos no Sul da Bahia. Em uma das publicações, o parlamentar foi identificado diretamente como “advogado da RAC Saneamento” e teve falas atribuídas a ele em nome da empresa durante audiência pública na Câmara de Itabuna.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O registro mais direto foi publicado pelo portal baiano O Trombone, de Itabuna, no dia 12 de março de 2020. A matéria trata da segunda audiência pública realizada pelo Legislativo itabunense para discutir a doação de um terreno de 56 hectares, avaliado em R$ 1,4 milhão, para implantação de um aterro sanitário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo O Trombone, a declaração de Pirola ocorreu na terça-feira, 10 de março de 2020. Na reportagem, o portal identifica Jean Pirola como “advogado da RAC Saneamento” e informa que ele declarou que a empresa catarinense iria para Itabuna independentemente da aprovação do projeto de lei que tratava da doação do terreno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A publicação também atribuiu a Pirola uma avaliação sobre a legalidade da doação gratuita em ano eleitoral. Segundo o portal baiano, na avaliação dele, a medida seria permitida desde que houvesse contrapartida da empresa beneficiada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A mesma matéria ainda informou que Pirola já havia visitado duas áreas em Itabuna e reafirmado a decisão da RAC de investir na região cacaueira. Ou seja, no registro feito pelo portal baiano, ele não aparece apenas como vereador de Brusque ou palestrante institucional, mas como alguém ligado diretamente à empresa interessada no debate sobre a instalação do aterro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao Olhar do Vale, Jean Pirola negou que tenha ido à Bahia representando a RAC Saneamento. Questionado se não teria estado no local em nome da empresa, o vereador afirmou que essa versão seria uma “narrativa montada”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Não está confirmado, não foi isso que aconteceu. Isso foi uma narrativa montada, montou-se uma narrativa de que o vereador Jean Pirola estaria na Bahia representando alguém”, declarou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pirola também afirmou que não estava representando a Câmara de Brusque. Segundo ele, caso a viagem tivesse caráter oficial pelo Legislativo, seria necessário um processo interno, com solicitação de despesas e autorização do plenário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não estava representando a Câmara, isso já está muito claro. Porque se eu fosse representar a Câmara, teria que ter um processo aqui dentro da Câmara, eu solicitando as despesas. O plenário teria que votar autorizando a minha viagem para a Bahia, coisa que não houve. Então eu fui de forma particular”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na mesma resposta, o vereador afirmou que, por ter ido de forma particular, poderia estar em qualquer situação, inclusive representando uma empresa. No entanto, sustentou que, para isso, seria necessária procuração ou declaração formal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Se eu estava lá particular, eu poderia estar fazendo qualquer situação. Eu poderia até estar representando uma empresa. Mas, para representar, eu tenho que ter uma procuração. Como advogado, como cidadão, eu tenho que ter uma procuração ou, no mínimo, uma declaração que eu estaria representando alguém ou uma empresa. Isso não ocorreu”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pirola disse ainda que a tese de que ele estaria representando a empresa foi uma interpretação feita pelo Ministério Público e aceita em primeiro grau, mas que a defesa recorre da decisão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Isso foi uma interpretação feita pelo Ministério Público à época e que foi aceita em primeiro grau, e que agora a gente está recorrendo justamente dessa situação”, completou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Apesar da negativa do vereador, os registros publicados na Bahia mostram que sua presença em agendas ligadas à RAC Saneamento não ficou restrita ao episódio de 2020.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No dia 28 de janeiro de 2021, às 7h51, o portal Políticos do Sul da Bahia publicou que Rodolfo Back Loch, proprietário da RAC Saneamento, esteve em Buerarema acompanhado do vereador de Brusque Jean Pirola. Segundo a matéria, a visita ocorreu na terça-feira anterior, 26 de janeiro de 2021, e teve como objetivo discutir estratégias, metas e os próximos estágios do processo de instalação da empresa no município.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda em janeiro de 2021, outro registro do portal Políticos do Sul da Bahia citou Jean Pirola em encontro regional sobre clima e resíduos sólidos. A publicação informou que o prefeito de Buerarema, Vinícius Ibrann, em parceria com a RAC Saneamento, apresentou uma possível solução para o problema do lixo na região. O texto cita Pirola entre os presentes no evento, ao lado de gestores baianos e representantes regionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A agenda também foi anunciada pelo portal Mercado do Cacau. Em publicação anterior ao encontro, o veículo informou que o evento Parcerias Municipais pelo Clima aconteceria na quarta-feira, 27 de janeiro de 2021, em Itabuna, com participação do então prefeito de Brusque, Ari Vequi, e do vereador Jean Pirola. A programação incluía temas como ciência e tecnologia, desenvolvimento sustentável, geração de emprego e renda, além de resíduos sólidos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No dia 28 de janeiro de 2021, a Prefeitura de Itapetinga também publicou registro de reunião do prefeito Rodrigo Hagge com políticos e empresários que participaram do encontro em Itabuna. O texto cita Jean Pirola entre os visitantes e informa que Rodolfo Back Loch, dono da RAC Saneamento, falou sobre estratégias para reduzir o problema dos resíduos sólidos no município.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No dia seguinte, 29 de janeiro de 2021, às 6h05, o Pauta Blog, também da Bahia, publicou matéria semelhante sobre a reunião em Itapetinga. O texto afirma que Pirola falou sobre experiências de Brusque em transferência de tecnologia e políticas públicas municipais. Na mesma agenda, segundo o portal, Rodolfo Back Loch falou sobre estratégias da RAC Saneamento para reduzir o problema dos resíduos sólidos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A sequência de publicações cria uma linha do tempo. Em 10 de março de 2020, Pirola participou da audiência pública em Itabuna sobre a doação de terreno para implantação de aterro sanitário. Dois dias depois, em 12 de março de 2020, o portal O Trombone identificou o parlamentar como advogado da RAC Saneamento e atribuiu a ele falas sobre a instalação da empresa no município. Já em janeiro de 2021, novos registros baianos voltaram a associar a presença de Pirola a agendas envolvendo a RAC em Buerarema, Itabuna e Itapetinga.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O vereador nega representação formal da empresa e afirma que não havia procuração ou declaração nesse sentido. Por outro lado, o portal O Trombone, na cobertura feita à época, identificou Pirola como advogado da RAC Saneamento e atribuiu a ele falas sobre a instalação da empresa em Itabuna.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na Câmara de Brusque, o caso chegou a ser analisado após comunicação da Justiça, mas os vereadores rejeitaram a abertura de processo disciplinar contra Pirola, arquivando a apuração no âmbito político-administrativo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, as reportagens baianas seguem como registros da época. Elas mostram que Jean Pirola esteve em agendas relacionadas à RAC Saneamento e, no caso mais direto, foi identificado nominalmente por um portal de Itabuna como advogado da empresa durante audiência pública que discutia a doação de uma área milionária para implantação de aterro sanitário.</p>
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