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	<title>Saúde &#8211; ValeDados</title>
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	<title>Saúde &#8211; ValeDados</title>
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		<title>Moradora denuncia funcionárias provando roupas durante expediente em Unidade de Saúde do Águas Claras</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:58:31 +0000</pubDate>
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  <h2>Moradora denuncia funcionárias provando roupas durante expediente em Unidade de Saúde do Águas Claras</h2>
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  <a href="https://olhardovale.com.br/moradora-denuncia-funcionarias-provando-roupas-durante-expediente-em-unidade-de-saude-do-aguas-claras/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img width="389" height="184" src="https://valedados.com.br/wp-content/uploads/2026/06/moradora-denuncia-funcionarias-provando-roupas-durante-expediente-em-unidade-de-saude-do-aguas-claras-389x184.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="Moradora denuncia funcionárias provando roupas durante expediente em Unidade de Saúde do Águas Claras" decoding="async" srcset="https://valedados.com.br/wp-content/uploads/2026/06/moradora-denuncia-funcionarias-provando-roupas-durante-expediente-em-unidade-de-saude-do-aguas-claras-389x184.webp 389w, https://valedados.com.br/wp-content/uploads/2026/06/moradora-denuncia-funcionarias-provando-roupas-durante-expediente-em-unidade-de-saude-do-aguas-claras-300x142.webp 300w, https://valedados.com.br/wp-content/uploads/2026/06/moradora-denuncia-funcionarias-provando-roupas-durante-expediente-em-unidade-de-saude-do-aguas-claras-768x364.webp 768w, https://valedados.com.br/wp-content/uploads/2026/06/moradora-denuncia-funcionarias-provando-roupas-durante-expediente-em-unidade-de-saude-do-aguas-claras.webp 1024w" sizes="(max-width: 389px) 100vw, 389px" /></p><article class="rss-post">
<h2>Moradora denuncia funcionárias provando roupas durante expediente em Unidade de Saúde do Águas Claras</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">Uma moradora do bairro Águas Claras, em Brusque, procurou o<strong> Olhar do Vale</strong> para denunciar uma série de situações que, segundo ela, estariam ocorrendo na Unidade Básica de Saúde da comunidade. Entre os relatos, está a suposta presença de funcionárias provando roupas durante o horário de expediente, enquanto pacientes aguardavam atendimento na recepção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi feita por Thaíse Fonseca Martins, que afirma ter presenciado a situação ao procurar atendimento na unidade. Segundo ela, as servidoras estariam dentro da sala de descontaminação provando roupas em horário de trabalho.  O episódio, segundo registro da moradora, ocorreu às 14h51 do dia 31 de março de 2026. </p>
<figure class="wp-block-image size-large"><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Dibulgação/PMB</figcaption></figure>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu fui fazer um atendimento e presenciei as funcionárias na sala de descontaminação provando roupas em horário de trabalho. Uma das três pessoas que estavam na sala era da triagem, enquanto a gente estava esperando na recepção. A gente não passou pela triagem porque elas estavam ocupadas provando roupas”, relatou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A moradora afirma que o episódio não seria um caso isolado. De acordo com Thaíse, a comunidade convive há anos com reclamações relacionadas ao atendimento na unidade. Ela relata episódios de demora, suposta falta de acolhimento, grosseria, recusa em fornecer identificação profissional e até situações em que pacientes teriam deixado de receber procedimentos básicos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O nosso descontento já vem há mais de 25 anos, tanto vivenciando quanto presenciando humilhação. Recentemente, eu fui em atendimento e eles se negaram a aferir meus sinais vitais. A minha questão era pressão alta. Solicitei o nome da técnica e a identificação do Coren, e ela não quis me passar. Solicitei ao enfermeiro responsável, e ele também se negou a passar as informações”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo a moradora, também haveria relatos de perda de encaminhamentos médicos, dificuldades para obter prescrições, interrupção de consultas e profissionais utilizando celular durante o expediente.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Em horário de consulta, eles param para comprar lanche. Já aconteceu comigo, levando meu filho na consulta. O médico interrompeu a nossa consulta porque uma pessoa chegou para vender salgados. A recepção cheia, e pessoas no celular, vendo Facebook”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Thaíse também relata que já teria presenciado profissionais dormindo durante o expediente e pacientes aguardando atendimento. Segundo ela, a situação gera revolta entre moradores do bairro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O postinho só funciona quando tem o prefeito lá. No dia a dia, nunca funciona. A fila fica grande, e o nosso descontento já vem de muito tempo”, declarou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto levantado pela moradora envolve a suposta exposição de informações pessoais de pacientes dentro da unidade. Ela afirma que casos de saúde e situações sensíveis seriam comentados em locais onde outros usuários conseguem ouvir.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Dentro da UBS a gente escuta relatos da vida de outras pessoas, de momentos de sensibilidade, de tratamentos que não precisam ser expostos para quem está lá. Eles explanam coisas que não podem ser explanadas”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Thaíse diz ainda que moradores teriam receio de reclamar por medo de retaliações no próprio atendimento. Segundo ela, quem denuncia ou questiona a conduta de profissionais pode passar a enfrentar dificuldades para receber medicamentos, atualizar receitas ou obter atendimento adequado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Se a gente reclama, briga ou denuncia, a gente sofre retaliação. Eles se negam a passar medicamento, se negam a fazer atualização de receita. No atendimento, agem com grosseria. A gente pede o nome para fazer denúncia, dão risada e falam: boa sorte”, relatou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para a moradora, a comunidade de Águas Claras precisa de uma resposta efetiva do poder público.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eles veem a gente como se estivesse pedindo favor. A gente paga nossos impostos e quer ser atendido. Atendimento digno é o mínimo. Não é só comigo, é com a população de Águas Claras”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contraponto</strong></p>
<p class="wp-block-paragraph">O Olhar do Vale entrou em contato com a Secretário de Saúde, Dr. Ricardo Freitas,  que se manifestou por meio de nota: </p>
<p class="wp-block-paragraph">“<em>Em resposta aos pontos levantados a partir do relato concedido por uma moradora sobre a Unidade de Saúde do bairro Águas Claras, informo que os fatos descritos já foram encaminhados à Ouvidoria Municipal de Saúde e estão sendo devidamente apurados pelos canais competentes. É fundamental que situações como essa sejam formalizadas junto à Ouvidoria, para que possamos reunir elementos concretos e conduzir a apuração com a seriedade que o caso exige.</em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>Reforço que as condutas relatadas, caso confirmadas, não representam o padrão de atendimento, conduta funcional e compromisso ético que a Secretaria Municipal de Saúde exige de seus servidores. A rede municipal pauta sua atuação pelo respeito ao usuário, pela qualidade no atendimento e pelo sigilo das informações dos pacientes, e não compactua com desvios de conduta que prejudiquem a população.</em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>Assim que concluída a verificação dos fatos, todos os processos administrativos previstos em lei serão seguidos rigorosamente, assegurando-se o contraditório e a ampla defesa dos servidores eventualmente envolvidos, e adotando-se, se confirmadas as irregularidades, as medidas cabíveis. A Secretaria permanece comprometida com a melhoria contínua do atendimento prestado à comunidade de Águas Claras e de todo o município</em>.”</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja o vídeo:</strong></p>
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</p></div>
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</article>
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			</item>
		<item>
		<title>Carro capota na Avenida Beira Rio em Brusque</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-40/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 17:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[geral]]></category>
		<category><![CDATA[Brusque]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<article class="rss-excerpt">
  <h2>Carro capota na Avenida Beira Rio em Brusque</h2>
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										<content:encoded><![CDATA[<article class="rss-post">
<h2>Carro capota na Avenida Beira Rio em Brusque</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">Um carro capotou na tarde desta quinta-feira (18) na Avenida Luiz Henrique da Silveira, no bairro Steffen, em Brusque. O acidente ocorreu por volta das 13h33 e chamou a atenção de motoristas e moradores que passavam pelo local.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender a ocorrência. Segundo informações de populares, o motorista já estava fora do veículo quando os socorristas foram chamados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo as informações iniciais, a vítima relatava dores pelo corpo e aguardava atendimento no local. Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do motorista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As circunstâncias que provocaram o capotamento ainda deverão ser apuradas.</p>
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</p></div>
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</article>
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		<title>“Depois da morte, quero ajudar a medicina”: morador doa o próprio corpo à UNIFEBE; Entenda</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-35/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 11:52:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<article class="rss-excerpt">
  <h2>“Depois da morte, quero ajudar a medicina”: morador doa o próprio corpo à UNIFEBE; Entenda</h2>
  <p>%description%</p>
  <a href="https://olhardovale.com.br/depois-da-morte-quero-ajudar-a-medicina-morador-doa-o-proprio-corpo-a-unifebe-entenda/" target="_blank">Continuar lendo no O Município</a>
</article>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<article class="rss-post">
<h2>“Depois da morte, quero ajudar a medicina”: morador doa o próprio corpo à UNIFEBE; Entenda</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
<div class="post-body">
<p class="wp-block-paragraph">O Centro Universitário da Fundação Educacional de Brusque (UNIFEBE) lançou um Programa de Doação Voluntária de Corpos voltado ao ensino e à pesquisa no curso de Medicina. A iniciativa permite que pessoas manifestem, ainda em vida, o desejo de doar seus corpos para estudos e formação de profissionais da saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Aos 70 anos, um morador tomou uma decisão pouco comum, mas de grande contribuição para o ensino e pesquisa na Medicina: tornar-se doador de seu próprio corpo. Por meio do Programa de Doação de Corpos da UNIFEBE, oficializou sua vontade, em uma decisão extremamente pessoal, com a compreensão e apoio dos membros de sua família.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A doação de corpos é amparada pelo Código Civil, conforme o Artigo 14 da Lei 10.406/2002: “é válida, com objetivo científico, ou altruístico, a disposição gratuita do próprio corpo, no todo ou em parte, para depois da morte. O ato de disposição pode ser livremente revogado a qualquer tempo.” O ato é totalmente gratuito e, com objetivo científico ou altruístico, contribui para o desenvolvimento e para a formação de profissionais da área da saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ele descobriu a possibilidade com seu cirurgião-dentista, Dr. Rafael Saviolo Moreira, que também é professor responsável pela disciplina Anatomia Humana do Curso de Medicina da UNIFEBE. “O Dr. Rafael me contou sobre o que é a doação de corpos durante uma conversa. Pensei bastante. Foram dois anos para tomar a decisão”, explica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ele reconhece que o tema é sensível e destaca que se trata de uma decisão muito pessoal. Por seus motivos, por sua visão de mundo e por suas crenças, optou por um ato que é uma contribuição à ciência e à saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Relevância em ciência e educação</em><br /></strong>O estudo da anatomia humana é fundamental na formação de profissionais de Medicina, Enfermagem, Fisioterapia e de outras áreas da saúde. Desta forma, o uso de corpos reais eleva o nível do aprendizado prático e da compreensão detalhada das estruturas do corpo humano. Isso ocorre mesmo com o avanço de tecnologias educacionais para esta área de estudo. Além da utilização no ensino, o corpo doado tem grande importância na pesquisa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Há ainda o aspecto da formação que transcende a técnica. A prática acadêmica com corpos reais auxilia os estudantes na compreensão da finitude da vida e no enfrentamento da morte como parte do ciclo humano. Tratar a morte com respeito e lucidez é essencial aos profissionais da área da saúde.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A doação do próprio corpo vai além de uma decisão individual. Trata-se de uma contribuição magnífica para o aprendizado da anatomia humana por parte de todos os estudantes da área da saúde, bem como para a formação de futuros profissionais com uma qualificação mais avançada e completa para o exercício de suas profissões. Desta forma, a doação também é um ato que fortalece a saúde coletiva”, explica o professor de Anatomia Humana do Curso de Medicina, Rafael Saviolo Moreira.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Como ser doador</em><br /></strong>Preferencialmente, a decisão deve ser tomada em vida pelo doador. Contudo, é necessário que, após sua morte, a família permita a doação. Sem esta permissão final, é impossível prosseguir.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para oficializar o compromisso, é preciso preencher um formulário e o Termo de Doação Voluntária de Corpo para Estudo Anatômico. Neste Termo, são necessárias assinaturas de testemunhas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A partir de uma certa idade, começamos a pensar mais sobre essas coisas. Sobre como vamos viver os próximos anos. Enquanto seres humanos, somos muito ligados, não só ao nosso corpo, mas também ao material, à matéria em geral. E em casa temos refletido bastante sobre a questão espiritual, sobre o que importa, o que fica aqui e o que vai adiante”, relata JTST.</p>
<p class="wp-block-paragraph">É necessário o consentimento da família para que a vontade do doador possa ser cumprida. Por isso, ao longo dos dois anos, o doador discutiu a ideia com seus familiares mais próximos, que compreenderam e apoiaram sua escolha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A criação deste programa reforça o compromisso da UNIFEBE com a excelência técnica e o compromisso ético no ensino e na pesquisa. Estudar em modelos humanos reais é imprescindível para compreender a complexidade e as variações do corpo humano. Ao criar e formalizar um Programa de Doação voluntária, garantimos além de um aprendizado marcado pelo respeito absoluto à dignidade da pessoa, a possibilidade de honrarmos a vontade daqueles que escolheram de maneira magnífica, contribuir para o avanço da medicina e da saúde”, afirma o professor Saviolo.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Procedimento de doação</em><br /></strong>Quando um doador falece, um familiar próximo do doador precisa entrar em contato com a UNIFEBE para comunicar o falecimento e tomar as providências legais. O Programa de Doação de Corpos fica encarregado de organizar o transporte do corpo, após a realização de um funeral, se a família assim desejar. É importante que o corpo não tenha passado, nem passe, por procedimentos de conservação para um velório convencional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na universidade, o corpo será submetido a processos específicos para fixação e conservação. Somente então estará disponível para os devidos fins acadêmicos. A estimativa é de que um corpo possa ser utilizado ao longo de mais de 15 anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Programa de Doação de Corpos se compromete a realizar os procedimentos de transporte para óbitos que tenham ocorrido em municípios distantes até 60 quilômetros de Brusque.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Já na UNIFEBE, realizamos uma breve cerimônia de agradecimento e homenagem ao doador e a sua família pela decisão, pela contribuição tão fundamental à ciência. Existe uma ética, um modo muito respeitoso e profissional de tratamento antes, durante e após cada procedimento”, garante o professor Saviolo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Programa de Doação de Corpos passa a integrar as iniciativas da UNIFEBE voltadas à formação prática e ética de profissionais da saúde, ampliando a estrutura acadêmica do curso de Medicina e incentivando a contribuição voluntária à ciência. Acesse unifebe.edu.br/site/programa-de-doacao-de-corpos para mais detalhes e informações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Potenciais doadores e interessados no Programa de Doação de Corpos podem tirar dúvidas pelo WhatsApp: (47) 99795-0721.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Avanço institucional</em><br /></strong>A elaboração do Programa de Doação de Corpos representa um passo importante para o fortalecimento do Curso de Medicina e do ensino em saúde na UNIFEBE, conforme relata o pró-reitor de Graduação, professor Sidnei Gripa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Trata-se de uma iniciativa construída com grande responsabilidade institucional. Além de ampliar as possibilidades de formação prática dos estudantes, o programa também contribui para o desenvolvimento da pesquisa, da extensão e para melhoria do ensino anatômico, sempre com profundo respeito à dignidade humana e a generosidade das pessoas que optaram pela doação.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Curso de Medicina da UNIFEBE, professor Dr. Osvaldo Quirino de Souza, destaca a abertura da possibilidade de doação de corpos na região e a contribuição que a doação tem para a ciência e para a humanidade. “Entendo que seja uma excelente oportunidade. O curso de Medicina da UNIFEBE está em franco desenvolvimento, franco crescimento, e precisamos de iniciativas como essa para a continuidade do que é sempre o nosso objetivo: o ensino de alta qualidade.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Uma instituição de ensino de excelência requer, entre outras coisas, a prática, os recursos, os programas de excelência. O Programa de Doação de Corpos é um passo importante para o Curso de Medicina da UNIFEBE, que consolida sua força e evolui a cada momento, graças a seus professores, acadêmicos e gestores. Trata-se de uma iniciativa fundamental para qualquer curso de Medicina da melhor qualidade e é mais um motivo de orgulho para todos nós”, conclui a reitora da UNIFEBE, professora Rosemari Glatz.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Perguntas mais frequentes</strong></em></p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Como se tornar um doador?</em><br /></strong>Qualquer pessoa com mais de 18 anos que deseje doar seu corpo à ciência após seu falecimento deve, em primeiro lugar, discutir a possibilidade com sua família e amigos mais próximos, comunicando-os da decisão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os próximos passos são entrar em contato com a UNIFEBE e preencher o Termo de Doação Voluntária de Corpo para Estudo Anatômico, com assinatura do doador e do familiar mais próximo, como testemunha, com registro em cartório. Se o doador for incapaz de preencher os dados, um familiar responsável poderá fazê-lo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, o doador potencial estará devidamente registrado, com informações protegidas e armazenadas no banco de dados do Programa de Doação de Corpos da UNIFEBE.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Existe alguma restrição que impeça a doação do corpo?</em><br /></strong>Sim. Há duas situações principais de exceção, que impedem a doação do corpo. Uma é em caso de óbito ocorrido de forma violenta, que necessite legalmente de autópsia. Outra é em caso de doenças infectocontagiosas, que possam causar risco biológico.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Realizei todos os procedimentos para a doação do corpo. Posso desistir?</em><br /></strong>Sim, você pode mudar de ideia a qualquer momento e desistir da doação. Neste caso, a UNIFEBE deve ser informada.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Mesmo sendo um doador, meus familiares poderão impedir a doação do corpo após minha morte?</em><br /></strong>Sim. Seus familiares podem optar por não entrar em contato com a UNIFEBE ou impedir a doação. A instituição respeitará o sentimento e a decisão dos familiares.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Não sou oficialmente um doador, pois não preenchi a documentação necessária. Posso ser um doador mesmo assim?</em><br /></strong>É possível, caso você tenha, em vida, manifestado a vontade de ser um doador. Sua família poderá estar de acordo e entrar em contato com a UNIFEBE.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Posso doar parte do meu corpo ainda em vida, se a perdi por acidente?</em><br /></strong>Normalmente, sim. Contudo, o Programa de Doação de Corpos da UNIFEBE não atua com essa possibilidade no momento. O procedimento para este caso é um pouco mais complexo, envolvendo outros formulários e autorizações, além de documentações do hospital.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Posso optar por ser doador de órgãos e doar o restante do corpo ao ensino e à pesquisa</em><br /></strong>Sim, essa opção apenas precisa estar registrada para que a vontade do doador seja respeitada.</p>
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</p></div>
<p>  <a href="https://olhardovale.com.br/depois-da-morte-quero-ajudar-a-medicina-morador-doa-o-proprio-corpo-a-unifebe-entenda/" target="_blank">Leia mais no O Município</a><br />
</article>
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		<item>
		<title>Ypê: saiba em que etapa está processo de proibição de produtos pela Anvisa</title>
		<link>https://valedados.com.br/post_titulo-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[valedados]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 13:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
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					<description><![CDATA[<article class="rss-excerpt">
  <h2>Ypê: saiba em que etapa está processo de proibição de produtos pela Anvisa</h2>
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<h2>Ypê: saiba em que etapa está processo de proibição de produtos pela Anvisa</h2>
<p><em>Publicado em %pubdate% por %author%</em></p>
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<p>A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve parte da proibição sobre os produtos Ypê. Na prática, isso significa que a suspensão do comércio, da fabricação, da distribuição e do uso de detergentes lava-louças líquidos, sabões líquidos para roupas e desinfetantes líquidos com lotes de numeração final 1 permanece válida. O recolhimento foi suspenso.</p>
<p>O recurso apresentado pela empresa seguirá o trâmite normal na Agência, e um plano de gestão para os produtos já distribuídos, incluindo orientações ao consumidor, deve ser apresentado pela fabricante.</p>
<p>Até que isso seja iniciado, a recomendação é que as pessoas não usem os itens suspensos e mantenham esses produtos lacrados ou bem fechados, em local seco e ventilado.</p>
<p>Outras orientações serão fornecidas pela empresa, que pode ser contatada por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ações de correção</h2>
<p>Em reuniões técnicas, a empresa reconheceu que as falhas apontadas pela fiscalização da Anvisa e de São Paulo precisam ser corrigidas. Relatou o aporte de investimentos e apresentou mais de 200 ações que estão sendo implantadas nas linhas de produção e controle.</p>
<p>“Fica evidente a convergência de interesses entre o poder público e a empresa: promover os ajustes necessários, corrigir falhas identificadas e assegurar à sociedade a disponibilização de produtos que atendam aos requisitos de qualidade e segurança. É importante destacar que a empresa tem buscado diálogo com a Anvisa”, diz o relator do recurso, diretor-presidente Leandro Safatle.</p>
<p>        As notícias de Brusque chegam no grupo de WhatsApp do jornal O Município antes. </p>
<p class="paragraph text-center paragraph-xs">Sem precisar buscar, sem perder nada.</p>
<p>    Entre agora!</p>
<p>Desde o início da suspensão, determinada pela Agência em 7 de maio de 2026, a empresa informa que manteve sua linha de produção inoperante, iniciou ações de limpeza, a readequação de processos, a melhoria do controle de qualidade e a aquisição de equipamentos.</p>
<p>Em breve, a Anvisa vai organizar uma nova inspeção para avaliar o avanço das correções. A Agência se colocou à disposição da Química Amparo para fornecer orientação técnica, esclarecer dúvidas e apoiar, no âmbito de suas competências, a avaliação das medidas propostas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>
<p>A expectativa é que a adoção de um plano de gerenciamento para os produtos com risco sanitário, previamente validado pela Anvisa, reforce o controle e o monitoramento das ações implementadas.</p>
<p>Dessa forma, também é assegurado que as medidas sejam conduzidas de maneira organizada e efetiva, reduzindo os riscos à população.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>
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<h2 class="post-push-title heading">Mesmo com recurso da Ypê para suspender proibições, Anvisa mantém alerta sobre produtos</h2>
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<h2 class="post-push-title heading">Anvisa determina recolhimento de produtos Ypê que podem causar contaminação</h2>
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<p>Em inspeção conjunta realizada pela Anvisa, pelo Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo (CVS-SP) e pela Vigilância Sanitária Municipal de Amparo (GVS-Campinas), foram detectadas 76 irregularidades.</p>
<p>Entre os problemas em etapas críticas de produção, foram constatadas falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade.</p>
<p>A Anvisa destaca que a decisão foi tomada a partir de avaliação técnica de risco sanitário, conduzida em articulação com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS), após a fiscalização conjunta na fábrica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Linha do tempo</h2>
<p>Em 7 de maio de 2026, a Anvisa publicou a proibição e o recolhimento de 23 produtos líquidos da Ypê. A medida da Anvisa foi temporariamente suspensa na sexta-feira, 8, após a empresa apresentar recurso contra a decisão da Agência.</p>
<p>Por lei, o efeito suspensivo acontece automaticamente. Ou seja, assim que o recurso chega, a decisão da Anvisa é suspensa.</p>
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<p>Nos casos em que a Anvisa entende que o efeito suspensivo traz riscos à saúde, a Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol) pode votar pela “retirada do efeito suspensivo”.</p>
<p>Quando isso acontece, a proibição inicial volta a valer, enquanto o recurso segue seu trâmite normal dentro da Anvisa. Retirar o efeito suspensivo significa dizer que há um risco imediato que precisa ser prevenido e não pode esperar, diante do potencial impacto à população.</p>
<p>Nesta sexta-feira, 15, durante a 1ª Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026, os diretores mantiveram as proibições e suspenderam apenas o recolhimento.</p>
<p>A retirada do efeito suspensivo é uma previsão legal aplicada quando há necessidade de prevenção imediata de riscos à saúde e não é possível aguardar a conclusão do processo administrativo.</p>
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